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O código da autenticidade

O Código da Autenticidade: o que o setor financeiro  ainda precisa saber?

A HSR, maior grupo independente de pesquisa de mercado do Brasil, publicou um estudo sobre autenticidade de marca chamado “O Código da Autenticidade”. O ponto de partida foi um dado simples: 73% dos brasileiros dizem que a autenticidade de uma marca pesa muito na hora de comprar. A pesquisa buscou entender o que, na prática, faz uma marca parecer autêntica.

O estudo foi feito em duas etapas. Na primeira, qualitativa, a HSR usou a ferramenta de entrevistas com inteligência artificial E-Talks.AI para conversar em profundidade com 100 pessoas sobre suas percepções e frustrações com marcas do dia a dia. Na segunda etapa, quantitativa, aplicou a metodologia própria Power Brand a 1.750 entrevistados — homens e mulheres acima de 18 anos, das classes A, B e C, representando as regiões do país. Com esses dados, a HSR chegou a quatro dimensões que formam a Autenticidade:

  1. Identidade única e reconhecível,
  2. Coerência entre discurso e prática,
  3. Qualidade e valor percebido,
  4. Legado.

No setor financeiro, os números chamam atenção. Das 24 marcas avaliadas — 8 bancos tradicionais e 16 digitais —, a autenticidade explica 40% da força de marca, o maior percentual entre todos os segmentos pesquisados. Mesmo assim, só três instituições passam de 60 pontos no Power Brand Index, o que mostra que a maioria dos bancos ainda está longe de construir uma marca sólida aos olhos do consumidor.

Os dados também mostram uma divisão clara: bancos tradicionais têm PBI de 42, puxado pela força da tradição e do legado; os digitais ficam em 29, mas se destacam em inovação e acesso. Entre os consumidores de alta renda, o que mais pesa não é a velocidade em resolver problemas, e sim o reconhecimento individual: ser tratado como cliente único, com limites, tarifas e condições pensados para o seu perfil.

A mensagem central do estudo é simples: no setor financeiro, ser lembrado não é mais suficiente. As instituições que vão se destacar são as que conseguirem juntar a solidez da tradição com a agilidade da inovação digital, tratando autenticidade como parte da gestão da marca, e não como discurso de campanha.

Mais do que um tema, a AUTENTICIDADE é hoje um diferencial competitivo.
Em um mundo hiperconectado, consumidores mais informados e exigentes
não se satisfazem apenas com promessas. Eles querem coerência entre
discurso e prática, qualidade e transparência, identidade única e compromisso
genuíno com causas relevantes.

O CÓDIGO DA AUTENTICIDADE busca compreender:
• Como os consumidores percebem a AUTENTICIDADE das marcas.
• O que torna uma marca autêntica aos seus olhos.
• Como essa AUTENTICIDADE influencia fidelidade, decisões de compra e
relacionamentos de longo prazo.

O estudo apresenta os principais aprendizados dessa jornada: os
pilares que sustentam a AUTENTICIDADE, os fatores que a enfraquecem, as
diferenças de percepção entre gerações e setores, e os sinais do futuro para
as marcas que desejam construir relações genuínas e duradouras.

Clique e baixe o estudo

 

 

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